quinta-feira, 24 de abril de 2008

Totti mi amore

Eu não tenho uma queda por italianos, eu apenas acho que eles são...

são....

well, veja por você mesmo* e tire suas conclusões:


E olha que o Totti está combalido num hospital e mesmo assim...

mesmo assim...



Jesus, Maria, José!

Aff, me joga na paredeeeeeeeeeeeee

Preciso dar para ele o endereço da clínica de reabilitação daqui de casa.

Coisas de mulher ou momento Bridget Jones

Tinha que ir ao centro hoje.

Na verdade, há dias. Ok, eu confesso: há meses precisava comprar calcinhas e sutiãs novos.

Hoje veio a desculpa perfeita para chegar mais tarde ao trabalho e aproveitar o embalo para dar uma passada nas lojas: comprar uma touca de natação para Clarinha.

Então, às 8h em ponto, quando as lojas abriram lá estava eu.

E aí, meus queridos cinco leitores, vocês podem estar se perguntando: isso é coisa de se falar aqui?

Bom, se é eu não sei, mas senti uma vontade louca de confessar que eu simplesmente adooooooro comprar calcinha.

Há toda uma escolha legal e hipotética (sim, porque você precisa pensar em que ocasião vai usar cada tipo) na escolha dos modelos.

Para trabalhar, não tem jeito: tem que ser aqueles calçolões parecidos com o que sua avó usa porque eu O-D-E-I-O ter que ficar ajeitando calcinha. Ainda mais no ambiente de trabalho. Ainda mais quando há tantos homens no corredor onde você trabalha e, principalmente, quando eles são tão seus amigos que se você vacilar vem algum comentário daqueles infames.

Mas nem por isso você precisa escolher algo sem graça. Eu gosto das floridas. Daquelas meio molecas também. Aliás, aquelas que vinham com mensagens engraçadas ou eu é que não vi nas minhas andanças de hoje?

Well, mas eu me divirto mesmo é escolhendo as outras. Aquelas que você usa quando está... como eu posso dizer... "má intencionada". Como a loja hoje estava em promoção (como eu adoro esta palavra!), eu acabei enfiando o pé na jaca e no cartão cuja fatura só virá dia 1º de junho.

O que isso significa dizer, amiga leitora?

Que eu trouxe para casa quase duas dezenas de calcinhas novas.

As cores?

Bom, tem as sóbrias ou como eu gosto de dizer "aguadas" (creme, bege etc), mas minha felicidade foi ter achado uns modelitos muito... digamos... diferentes... preto e... oba oba oba vermelhas.

Eu adoro calcinhas vermelhas.

Aliás, eu adoro vermelho!

E as calcinhas de renda? Ah, são outra paixão minha.

Comprei umas cinco assim.

Minha frustração foi uma só: não achei sutiã vermelho. :(

Porque você que é mulher sabe: tem que ter pelo menos um preto, um branco, um cor de pele...mas vermelho é vermelho né, gente?

Para mim, é tão básico quanto um tubinho preto.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Efeito colateral e colírio para meus olhos

Tem seis noites que tomo o "primo" do Rivotril para dormir.

Funciona que é uma beleza, mas hoje ele me deu uma sonolência durante o dia que eu estava, literalmente, quase caindo pela rua. Ia até o centro comprar lingerie, mas desisti. Eu não estava me agüentando em pé de tanto sono.

Depois de hoje ainda tomarei ele inteiro por mais três noites, depois diminui a dosagem para meio comprimido.

O fato é que ele me deixou mais tranqüila à noite e (toc toc toc) o pânico noturno deu um tempo (toc toc toc de novo, espero que Murphy não ataque só porque eu falei isso agora).

Bem, são 19h08. Vou me preparar a aula de hidro.

Acho que depois vou rever algum episódio de Voyagers antes de dormir.

Bateu saudades do Jon (esse homem lindo aí do lado e das fotos a seguir).

Com Meeno Pelucce, em Voyagers!

Com Jennifer O'Neal, em Cover Up (Retrato Falado)

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Futebol e cinema

BOLA NA ÁREA

Nada como ter um irmão que torce pelo mesmo time que a gente e se dispõe a pagar nosso ingresso no último jogo do campeonato, aquele no qual a faixa de campeão será entregue.

Ontem, minha tarde estava programada para ser regada a cinco horas de clipes dos anos 80 pela VH1. Mas na última hora, recebi a ligação que mudou.

E lá fui com ele e minha cunhada para vermos Sport x Náutico lá na Ilha. O jogo foi muito bom, apesar daquele juiz larápio ficar nos prejudicando e só enxergar os lances a favor do time dos Aflitos. Tivemos um penalti perdido (vai fazer isso no Brasileirão que eu boto teu nome na boca do sapo, viu?) ainda no pimeiro tempo e no segundo o fela da gaita do bandeira não validou um gol legítimo nosso - aliás, só ele e o árbitro não enxergaram que a bola entrou porque até o presidente da Federação Pernambucana de Futebol, que estava lá no estádio, viu.

O resultado, de toda forma, não influenciou em nada o campeonato, uma vez que tínhamos consolidado o TRI na quarta-feira passada, mas é sempre bom tirar uma casquinha, né?

VAI UMA PIPOQUINHA AÍ?

Hoje foi aquela típica segunda-feira de feriado. Com noivo ausente, sem um tostão no bolso e pai dando suas saidinhas mundo afora, que restou-me fazer: depois de lamber as crias postiças, ou seja, meus lindos sobrinhos, fui caminhar.

Já passava das 8h, mas como o sol não estava forte encarei aí uns bons seis quilômetros. Ou mais, eu nunca sei a distância exata, mas deu mais ou menos uma hora de caminhada.

Para me recuperar de tamanho esforço, que fiz?

Fui checar a programação de filmes da TV a cabo. Eis que me deparo com a gratíssima surpresa para 15 minutos dali para frente. Nada mais nada menos que Um bonde chamado Desejo (ou, se você preferir Uma rua chamada Pecado).

Vocês já viram?

Não?

Ah, meus queridos cinco leitores, pois chega quase a ser um sacrilégio. Vou só dizer quem está no elenco principal. É um tal de Marlon Brando e uma tal de Vivien Leigh. "SÓ ISSO"!

O filme de 1951 do diretor Elia Kazan, aquele mesmo acusado de dedurar os artistas na época do marcarthismo, é baseado na obra de Tennessee Williams.

Quer saber mais?

Pois deixa eu só dar uma resumidinha: Blanche (Leigh) vai morar com a irmã e o cunhado depois de se meter em umas encrenchas lá nos cafundós das brenhas onde ela vivia. O problema é que Marlon Brando é do tipo durão-a-casa-é-minha-e-eu-odeio-que-invadam-minha-privacidade. Pois durante CINCO meses eles precisam conviver juntos com o agravante da irmã da personagem de Vivien estar grávida.

Dá para ter uma idéia já, né?

A grande dúvida do final do filme: o personagem do Brando teria mesmo estuprado a personagem da Leigh?


Até hoje eu não sei, mas realmente sou inclinada a achar que sim.

A obra é mais um primor de interpretação de Brandon e um papel à altura de Vivien 12 anos depois do estrondoso sucesso de E o vento levou...

Uma das cenas clássicas do filme é o Brando gritando o nome da esposa (Stella) suplicando para que ela volte para casa depois de ele ter lhe dado um tapa na cara.

Se eu recomendo?

Para você ter uma idéia, mesmo tendo o filme em casa, sempre que posso eu vejo as reprises na TV.

Tá esperando o quê que ainda não foi desenrolar o seu?

Bom, depois dessa pancada logo às 10h da manhã, eu achei por bem assistir a um DVD chamado Contos do Coração, da Disney.

Durante uma hora e dez minutos a gente acompanha algumas historinhas clássicas de amor dos personagens famosos que Walt Disney criou. Meus preferidos são o do Pluto apaixonado e aquele onde o Pato Donald perde a memória depois que é atingido por um vaso, vira cantor de sucesso, esquece a Margarida e ela, desesperada, conta toda a sua agonia para recuperar o Pato amado.

Simplesmente impagável!

Aliás, corre que tá em promoção nas Americanas.

No embalo, passei o resto do dia vendo filmes ou cenas que eu tanto amo.

Entre os filmes, eu vi inteiro dois de Elvis:

The trouble with girls (Lindas encrencas: as garotas) e Double Trouble (Canções e confusões).

O primeiro conta com a presença de John Carradine e Vincent Price. É de 1969 e o penúltimo filme feito por Elvis. A história é bobinha, maaaaaaaaaas em compensação na trilha tem Swing down sweet chariot e a maravilhooooooooooooooosa Clean up your own backyard.

Curiosidade sobre o filme? Ele deveria ter sido rodado 10 anos antes e sabe quem o estrelaria? Um tal de Glenn Ford. Dá pra tu? Ah, vai me dizer que nunca viu Gilda? Não? Mais uma chance: o Jonathan Kent, no primeiro Superman. "SÓ ISSO".

Em 1964, o filme seria estrelado por Dick Van Dyke maaaaaaaaaas também não deu. E assim fomos brindadas com a apresentação de um Elvis lindíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiisimo!


Putz grila, sério, gente, ele tá lindo, aliás, eu sei que ele é lindo, mas nesse filme... dá uma busca aí no youtube e procura pelo clipe de Clean up your own backyard que você vai ter uma noção do que estou falando.

Jesus, Maria, José!!!!

Tá achando que acabei?

Xi, tá frio.

Aí me danei a ver cenas de alguns de meus filmes favoritos e os que estavam mais a mão mesmo:

Muito bem acompanhada - The wedding date (alguém me dá o Dermot Mulroney de presente para mim, por favor? Pode vir desembrulhado já, tem problema não, viu? Ah, não.. esse você conhece.. é aquele d'O Casamento do meu melhor amigo).


Ah, a cena em questão? hahahahahahhahaha Se você alugar ou comprar (tá em promoção nas Americanas também) avança até a parte onde ele encosta ela no carro que você vai entender, tá)?:P

Na seqüência, revi o affair entre um dos atores mais bonitos da história do cinema, Montgomery Clift, e a Jennifer Jones, em Quando a mulher erra (Indiscretion). Ai, não teria sido nada mau estar na pele dele contracenando com ele naquele trem da Itália. Se você não conhece os trabalhos feitos por Monty, faça um favor a si mesmo e confira: A um passo da eternidade (linda a cena dele chorando enquanto toca o trompete em homenagem à morte do personagem do Frank Sinatra, Rio Vermelho, quando ele contracena com um implacável John Wayne entre outros.)

Intercalando com algo mais "pesado", revi trechos de Sin City (A cidade do Pecado). O filme conta com meu eterno amado Bruce Willis e o tentador Clive Owen. Além de ser bem contado e ter ótima fotografia, Robert Rodriguez, Frank Miller e Quentin Tarantino ainda conseguiram a proeza de fazer o Mickey Rourke atuar bem. Imperdível! A cena... ah, eu confesso que morro de inveja da Rosario Dawson e da Jessica Alba em certas cenas do filme:P

E o que dizer de Interlúdio (Notorious). Não é porque o filme tem cenas rodadas no Rio que eu gosto dele, eu gosto dele e pronto. Além da sempre charmosa Ingrid Bergman tem ele... gente... ele... C-A-R-Y G-R-A-N-T. Preciso dizer mais alguma coisa PELO AMOR DE DEUS? Esse eu vi praticamente todo:P Num resisto ao Cary, não tem jeito.

Depois emendei com filmes MAIS OU MENOS parecidos: Ruas de Fogo (Streets of fire) e Warriors (esqueci o nome dele em português). O primeiro é fruto do segundo, só que sem toda aquela danação de gangue. Eu AMO a trilha sonora e o jeitão rebelde do Michael Parré. O segundo não faz o meu gênero, mas eu o vi em algumas madrugadas já nos longínquios anos 80 e pronto... me encantei com o Michael Beck (que um ano depois protagonizou Xanadu com a Olivia Newton-John) e pronto, mandei até importar o filme pra revê-lo sempre que quisesse. A cena que eu gosto? Ah, se os trilhos do metrô de Nova Iorque falassem...

Para relaxar... que tal rever uma das cenas românticas mais lindas e doces do cinema? Simples: é só ver Christopher Plummer se declarando para Julie Andrews em A noviça rebelde (The sound of music) e pronto: seu coração é arrebatado por tamanha ternura. É um top 10 sem dúvidas!

Outra doçura é Alguém muito especial (Some kind of wonderful). Eu sei que sou uma das poucas pessoas que conheço, na verdade a única, que acha esse filme o melhor dos filmes adolescentes dos anos 80. Mas eu não só acho como tenho certeza. O mocinho não ficou com a gostosona e sim com a amiga de infância que todos (inclusive ele) achavam que era lésbica, dá para não dar 10 ao filme? A cena deles dois testando se ele saberia beijar bem a chatinha da Amanda Jones é INESQUECÍVEL! Mary Stuart Masterson rouba o filme tanto do Eric Stoltz como da Lea Thompson (que trabalhou também em De volta para o futuro). Se o youtube deixar, clica aí e veja a cena:



E, para encerrar com chave de ouro, ele: Blade Runner (O caçador de andróides). Olha para ser chamada na chincha (ou xinxa, não sei como escreve) pelo Harrison Ford daquele jeito... eu não me incomodaria nada em ser uma replicante viu? Aff, chega dá um calor:P

Não, eu não tô carente, mas adoro apreciar as coisas boas da vida.

Tô certa ou tô errada?

domingo, 20 de abril de 2008

Home Alone no sábado? Nem pensar!

É como sempre digo: o duro não é ser liso, o duro é ser liso e endividado.

Pelo primeiro problema, eu estaria a essa hora espantando os mosquitos da dengue, fugindo da chuva, mas curtindo meu amado Rio de Janeiro com direito a assistir a Flu e Botafogo com um amigo querido.

Também poderia ter ido para algum outro lugar me esbaldar no feriadão.

Porém, contudo, todavia, entretanto, os tentáculos malignos do polvo das dívidas financeiras ainda me seguram firmamente e a arma poderosa que me fará livrar deles só deve aportar por aqui lá pelo mês que vem e, em definitivo, lá pelo São João.

Sim, mas eu sou uma mulher que tem sintomas de síndrome do pânico, mas que odeia se sentir fragilizada. Que faço então?

Anotem aí a receita, meus queridos cinco leitores:

Escolha uma roupa confortável, daquelas que você sabe que as outras vão olhar por não acharem adequada (no meu caso shortinho jeans, sandália rasteira, uma camisa do seu cantor favorito, uma bolsa em forma de guitarra que só você tem no seu estado) e vá almoçar com suas amigas.

Jogue muita conversa a fora com uma pitada aqui e ali de muito sarcasmo e ironia.

Acrescente mais algumas horinhas descontraídas fazendo compras com sua mãe pelo shopping (o que já lhe adiantará o aperreio das filas pelo Dia das Mães).

Viva um momento digno de Julia Roberts em Uma Linda Mulher e esfregue na cara das vendedoras que dinheiro é o que não lhe falta e que seus trajes na loja constrastantes com as demais compradoras (leia-se todas elas há milênios de ainda ter o frescor de sua juventude), compre o biquini mais caro para sua mãe e pague à vista (mesmo que seja de uma vez só no cartão de crédito).

Tempere tudo isso com uma esticada a uma casa de sucos e depois compre alguns presentinhos para você.

Junte tudo e você terá uma ótima receita para seu sabadão de primeira.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Síndrome do Pânico, FDP!

Só sendo uma praga eu estar com um treco desses. Agora virei um número no local onde trabalho. Faço parte das estatísticas de servidores tomando remédio tarja preta.

Aff, ninguém merece!

To revoltada porque to com isso, mas fui na psiquiatra na quarta e ela acha que em seis meses o problema deve estar resolvido com os medicamentos e principalmente com a psicoterapia que começo a fazer dia 30 de abril.

Além de ter que lidar com as munrrinhas de crise quando sei que tá tudo bem, mas meu cérebro não me obedece, ainda sou obrigada a tomar aquelas munrrinhas de remédio.

Putz, pense num negócio que odeio.

Dor de cabeça?

Prefiro dormir que passa.

Dor muscular?

Só tomo se tiver sem conseguir andar.

Cólica menstrual?

Eu sou masoquista.

E a pexte do remédio ainda me inventa de ser tarja preta aí é que lascou tudo!!!

Resumindo: eu tenho que me livrar disso o mais rápido possível porque já to de saco cheio de ter medo quando escurece e chove ou quando me sento em algum lugar mais cheio e em outras várias situações.

Enchi.

Dá para mim isso não.

Sai desse corpo que não te pertence, SP, eu te odeio e vou te exorcizar, FDP!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Guga, Gugaaa

Se tem uma coisa que me dá prazer na vida é ver o Guga jogar. Acabei de acompanhar mais um jogo de sua "turnê" de despedida das quadras. Foi seu último jogo oficial em solo brasileiro. Agora, ele parte pra Monte Carlo, Barcelona e, ai meu Deus arrumem um estoque de lenços para mim, em Roland Garros. Mas isso aí é lá pra frente.

Falemos das partidas no Aberto de Florianopolis.

Na terça, Guga surpreendeu e eliminou o colombiano Carlos Salamanca. Motivadíssimo, o tricampeão de Roland Garros emocionou o público que lotou a arena do Estádio Guga Kuerten no Costão do Santinho, em Floripa, e cravou 6-4 tanto no primeiro quanto no segundo set. Era a segunda vez que Guga passava para a segunda fase de um dos torneios que disputa nesse último semestre nas quadras afora - a outra havia sido no ATP de Miami, quando disputou dois jogos pelas duplas na Flórida.

Hoje, Guga podia ter vencido a partida e se superado novamente. Dominava o primeiro set, sempre aplicando revezes nos saques do também brasileiro Franco Ferreiro, mas errou quando não devia e perdeu o primeiro set por 5-7. No segundo, já sentindo as dores da lesão que o afastou das nossas vistas e do circuito da ATP, chegou a estar perdendo por 0x3.

Mas presenteou seus fãs com jogadas que nos relembraram seus melhores dias e sorriu. A alegria e o prazer dos velhos tempos se fizeram notar novamente. É verdade que ele perdeu no tie break e o segundo set por 7-6, mas o mais importante ele provou que sempre estará com ele e é isto que nós que tanto gostamos dele queremos ver: os olhos dele brilhando de felicidade.

Barbudo em homenagem ao pai, falecido quando Guga ainda era criança, sacou de sua costumeira e conhecida simpatia demonstrando todo seu carisma, toda a simplicidade, toda a beleza que nos arrebatou desde que ele conquistou seu primeiro título importante, lá por 1997.

É esta lembrança que sempre estará viva nos nossos corações: a do Guga que não precisou sair do país nem da cidade onde nasceu para aperfeiçoar o dom que Deus lhe deu. O Guga que não mudou seu jeito descontraído e irresistivelmente comum de ser. Autêntico. Simples.

Simplesmente Guga!

Valeu, campeão, valeu!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Clara Nunes - 25 anos de saudades

Lembro como se tivesse ontem à noite o dia em que foi anunciada a morte de Clara Nunes. A Rádio Recife passou várias músicas dela em seqüência enquanto eu ouvia sentada no batente do terraço da nossa antiga casa. Estava com uma amiga e escutava o lamento de mainha. Mainha gostava da música dela e de seu jeito vaidoso. Eu sempre gostei das músicas dela e do jeito camaleoa que parecia fazê-la brilhar.

Isso foi há exatos 25 anos e no meu aniversário de 26 anos, que passei lá no Rio, um amigo me fez um dos elogios mais tocantes e bonitos que recebi na minha vida. Num jogo de palavras com meu nome simplificado (Gil) e meu nick na internet de outrotora (Jill) sintetizou dizendo que tenho a mesma claridade que ela. Se foi apenas "licença poética" eu não sei, mas foi o presente mais simples e ao mesmo tempo mais caro que recebi naquele dia.

Para quem não conhece a guerreira, eis um vídeo com uma fusão de partes de seus clipes:

terça-feira, 1 de abril de 2008

24 anos de saudades

Para todo mundo que conheço hoje é apenas o Dia da Mentira. E bem que a notícia divulgada há exatos 24 anos podia não ter sido verdade. Mas foi. Uma pena. O mundo perdia o talento de Marvin Gaye, aqui cantando o hino nacional americano, no All Star Game de 1983, em Los Angeles. Só ele podia cantar um hino nacional dessa forma:



Não há como esquecer seu retorno com esse clipe de Sexual Healing:



Ou uma das músicas mais sexies da história da música: Let's get it on



E tem como não gostar de I heard it through the grapevine? Ou What's going on ou a gospel Ain't no mountain high enough?



Por isso e tudo o mais, não há como esquecer um dos maiores símbolos da grande Motown.